segunda-feira, 21 de maio de 2012
COMO VOCÊ COME? EU COMO COM A CABEÇA!!!
quarta-feira, 18 de abril de 2012
Brasília: Capital do Poder
O fato de Brasília ser capital do Brasil, isto todo mundo sabe, deixou de ser novidade há mais de 50 anos, mas às vezes, fica parecendo que Brasília é a capital do paraíso, do Éden ou algo assim.
A renomada capital tão bem desejada por Juscelino kubitschek e planejada por Oscar Niemayer parece ser dotada de uma idolatria que a coloca num pedestal tão superior às demais regiões do Distrito Federal.
Outro dia o repórter de um jornal do Distrito Federal noticiava, indignado, que, em pleno coraçao de Brasília, tinha camelôs em locais inapropriados, carros estacionados em lugares impróprios, adolescentes fazendo uso de drogas durante o dia e perto de monumentos que marcam a história de Brasília, construções que fogem ao plano original da capital, fundada como patrimônio cultural da humanida.
Ele, falando daquele jeito, fazia parecer que Brasília gozava de privilégios, como se ela fosse a capital do plano celestial e por isto devesse ser impecável. Esta afirmaçao põe as demais regiões administrativas do Distrito Federal como locais indígnos, como se a localidade já o estabelecesse como local marginalizado, capaz de habitar todas as mazelas do mundo. Uma região “umbralina – nome dado pelos kardecistas, ao plano espiritual onde habita seres espirituais em estado pouco desenvolvido.
Será que ele repórter, na obrigação de saber das atualidades, esqueceu-se que Brasília tem tido os mesmos problemas das grandes metrópoles e que ela não se beneficia em nada, que o status de capital do Brasil não a torna nem melhor nem pior que as demais localidades?!
É como se o título de Patrimônio Cultural da Humanidade fosse uma carteirinha dada à Capital do Brasil imputando a ela prerrogativas. É como se os belos monumentos, as largas pistas das asas sul e norte e do eixo monumental ou as imponentes bacias do Congresso Nacional desse uma carteirada a cada um cidadão que se aproximasse do Centro da Capital Federal perguntando lhe qual o real interesse de entrar neste espaço idolatrado, salve- salve. E dependendo da resposta, desse passagem aos engravatados, mandasse os drogados para a Ceilândia, Samambaia ou Brazlândia, os ladrões para o Riacho Fundo, Taguatinga ou São Sebastião e assim continuasse fazendo distinções e enviando as pessoas ao entorno do Centro do Poder.
Quanta hipocrisia cercava aquela reportagem. É exatamente do local de status de capital, do centro do poder que se emana os maiores poblemas que a cada dia se estabelecem mais e mais em todo o território nacional. Sim, os engravatados responsáveis pelos conchavos políticos que roubam do povo a dignidade humana, que apagam do Brasil o sonho intenso e o raio vívido.
Fiquei pensando onde moraria o Sr. Repórter, se ele realmente achava que todas as cidades poderiam ter problemas, menos a grande Brasília, se em algum momento ele nao desejou que que toda a criminalidade do local onde ele mora fosse transferida para o Congresso Nacional, acabando com a farsa existente na figura representativa da democracia brasileira e de onde sai as maiores atrocidades que podem se abater sobre uma sociedade.
Neste sentido, se a criminalidade não pode se abater no coração da Capital do Brasil, o Congresso Nacional deveria ser extinto, porque com os fatos atuais da política brasieira o Congresso Nacional parece um quartel general de criminosos: ladrões, 171, matadores, usurpadores. Aquilo deveria ser tranformado em uma prisão de segurança máxima controlada pelos pais de família que trabalham honestamente. Será que os reporteres teriam coragem de noticiar esta idéia tão importante para limpar o Centro da Capital da criminalidade ?!
quinta-feira, 15 de março de 2012
AULA DE CARÁTER
domingo, 26 de fevereiro de 2012
A CONTA DO PERDÃO
domingo, 19 de fevereiro de 2012
MINHA BOLSA DE CRIANÇA
A cena parecia engraçada, e quem estava por perto curtia com boas gargalhadas, mas eu tive uma sensação de terror e saudades. Um momento entre minha vida e aquela bolsa cambaleante levada por uma criança capaz cruzar o passado e o futuro.
Pensei num futuro que parece cada dia mais próximo, não pelo tempo, mas pelas crianças estereotipadas de adultos, mas ao mesmo tempo sem responsabilidades. Cada vez mais cedo as crianças se vestem e portam como adultos, mas em compensação os adultos cada dia menos se mostram responsáveis com as obrigações da idade.
Foi um temor passageiro, porque num piscar de olhos vieram algumas lembranças saudosistas rasgando aquele pensamento. Como teria sido minha bolsa de criança, será que eu também tinha começado a andar de salto tão cedo assim, será que desfilei algumas vezes perante a família me fazendo de uma grande executiva, uma pessoa que demonstra seu sucesso pela bolsa que carrega?!
Esperei aquela cena se desdobrar com grande interesse se em algum momento aquela menininha abriria a bolsa, o que a interessaria lá dentro ou qual dos brinquedos que ela guardaria; isto poderia significar uma luz no mundo dos adultos, mas nada disto aconteceu, ela se limitou a desfilar com o objeto como se tivesse imitando a mãe e sem jamais imaginar o que representa ter uma bolsa. No fundo no fundo ela sabia que aquela não era a bolsa de suas brincadeiras.
Em mim, ficou o desejo de ter uma bolsa como a de uma criança, sem contas para pagar, sem boletos tão desejosos pelo fim, sem peso de responsabilidades, sem contracheque grevista, sem objetivos frustrados, escondidos nos bolsos. Enfim, uma bolsa pronta a embalar o sonho infantil da vida adulta, a mesma que eu, por um minuto, tive vontade de transportar e voltar para a época das fraldas, em que na bolsa só tinha brinquedos.
Não é que eu queira fugir da vida que levo, é que realmente o sonho infantil é lindo, sem atropelos, meio termo ou contratempos, é que realmente muitas vezes desejamos coisas sem saber o que têm guardado em seus bolsos, nos vendemos ao glamour das historias de fadas.
Então, depois de alguns minutos curtindo o real e o irreal da cena, levantei –me, bati uma foto da personagem futu-regressiva encenada pela minha sobrinha, dei uma risadinha como se falasse sozinha, peguei a chave do carro, a bolsa com o celular e me entreguei à vida de adulta.
terça-feira, 16 de fevereiro de 2010
QUAL A IDADE CERTA PARA CASAR?
Este tema não parece polêmico e nem mesmo instigante, afinal de contas cada um escolhe a idade que quer casar...Minha tia acabou de ser pedida em casamento no dia que fazia 65 anos.
Viu, nunca é tarde para casar.
Mas, este assunto aparentemente tão sem graça, ganha espaço em algumas rodas de conversa quando alguém resolve casar-se e daí vem o grupo de conhecidos e dão logo o parecer... “Tão novos e já vão se casar; mas, ainda são tão imaturos...; ainda não sabem nada da vida e vão se casar...; Nossa, estão muito velhos para casarem na igreja...; casar só porque engravidou...” e por aí vai... as expressões são inúmeras e as escolhas divergentes quando se trata da decisão do momento certo.
Independente, todos podem ser felizes! Vale muito mais o como vai viver do que estas argumentações, mas deve se ponderar algumas situações:
-A vida média do brasileiro é de 75 anos, então depois que se casa quer dizer que você vai viver daquela data até por volta desta idade com a mesma pessoa; (considerando que o casamento é para sempre, mas é claro que tem outras opções)
-Algumas pessoas gostam muito da vida de solteiro e abrir mão dela não é fácil, (farras, bebedeiras, shows, amigos, muitos homens/mulheres);
-A indecisão é fato concreto, então algumas pessoas precisam experimentar muito até se decidirem e quando decidem quem é a alma gêmea, resolvem experimentar outras pessoas para saberem se a que casaram realmente é a alma gêmea;
-Tem gente que se apaixona fácil, então se for casar com cada um que se apaixonar, será pelo menos um casamento por ano;
-Não existe comprovação cientifica de que todos os homens traem, mas a grande maioria deles fazem isso mais cedo ou mais tarde. Alguns fazem o tempo o todo;
- ...
Embasada nestas situações, as pessoas deveriam se casar somente em dois momentos, novas ou velhas. As justificativas podem ser exclusivamente 2 (duas): para terem oportunidades de serem mais felizes e para aproveitarem os momentos da vida com mais intensidade e só depois disto decidirem se entregar ao prazer do casamento.
Casar novo, até os 20 anos: gente jovem não se apega demais, os vínculos podem ser feitos e desfeitos com a mesma rapidez e então, no casamento dá tempo de aproveitar bem o primeiro, separar, aproveitar outros bailes da vida - prazeres e casar outras vezes, afinal de contas você vai viver 75 anos; Se você for traído é mais fácil cair na gandaia e arrumar outra pessoa. Terá sempre a desculpa que errou na escolha porque ainda era muito novo e não tinha experiência, que era imaturo; Que era vulnerável e se apaixonou fácil; Viu, desculpas não irão faltar para você enganar a sociedade que teima em querer esclarecimentos das suas atitudes e “dá conta da sua vida”.
A segunda opção é casar por volta dos 40 anos. Claro 40 anos é uma idade ótima para isto, idade da loba. Não se deixe enganar por quem diz que esta idade já está velha ou velho. Isto não é verdade. Você está teoricamente na metade da sua vida, então nada mais justo que viva 40 anos solteira e 40 anos casada.
Você já será independente, terá aproveitado as farras de solteiro por muito tempo, viajado por alguns lugares, gasto seu dinheiro ficando em bela forma, já terá traído e sido traída, já sofreu as escolhas erradas, já chorou pelas paixonites agudas e passageiras, já é uma pessoa madura e experiente, faltando apenas o quê...? casar. Claro, já ia me esquecendo...se você é mulher e casar com um cara mais velho terá uma chance menor de ser traída porque o cara já tá ficando meio caidinho né, kkkkkkkk.
Com 40 anos, algumas coisas perdem a importância, as pessoas se prendem menos a mesquinhez natural do ser humano, tudo para ser feliz, então o casamento tende a ser mais duradouro. Por isso, as pessoas dizem “gostaria de ter a experiência dos 40 com a energia e o corpinho dos 20”
Pronto, agora pode casar, ter filhos e procurar ser feliz!
Isto não quer dizer que se você casar fora destas duas idades não será feliz, mas talvez encontre mais problemas para fazer seu casamento perdurar, como: buscar seu marido metido a galã que ainda não se tocou que casou e quer levar vida de solteiro nos bares noite à dentro; beliscá-lo todas às vezes que passarem por uma mulher na rua com um belo par de pernas; convencer sua mulher que ela precisa cuidar da casa, fazer comida de vez em quando, te deixar manter um dos seus vícios (todo homem tem um vicio – vídeo-game, jogar ou assistir futebol, sinuca, filmes, bares – homens são como mãe só mudam de endereço);
Então, faça uma análise real do que melhor se encaixe na sua vida, porque casar nova ou velha o que vale é criar as condições ideais para ser feliz, mas olhe com cuidado para o que te cerca, corre o risco de algumas destas besteiras serem verdadeiras, e de na busca pelo marido/esposa você achar somente as pessoas de 20 ou de 40, porque as 30 estão tentando manter o casamento.
E aí, para você qual q idade certa para casar?
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CASAR OU NAO CASAR!!!
Numa versão geral das historias do “era uma vez” todos vieram ao mundo para casar, ter filhos e uma família feliz. Mas, ai vem a vida real e muda tudo.
No fundo no fundo todos querem casar, o que muda entre o homem e a mulher são as motivações, cada um procura uma coisa. Preciso admitir que algumas mulheres vêem isto de forma mais encantada, sonham com o príncipe encantado num cavalo branco, na verdade preciso atualizar este pensamento...sonham com um marido trabalhador, honesto, carinhoso, estudado, bonito ou pelo menos bem arrumado...Tu conhece algum assim?!
Casar é uma coisa que ninguém explica: os feios casam “eles também amam”, os esquisitos, os bregas, os desengonçados, os menos inteligentes...toda classe de pessoas casam. A urucubaca está na pessoa, determinadas pessoas é que não casam, e daí desafio os pesquisadores a explicarem isto, por que algumas pessoas não casam. Eu prefiro acreditar na reencarnação e achar que se não casar nesta vida terá outras que eu poderei fazer isto, casar, casar e casar.
Definitivamente não sei dizer onde mora a explicação porque alguns casam e outros não e nem ouse dizer que não casam porque escolhem demais porque não é, algumas pessoas não tem nem oportunidade de escolher, é uma crise brava mesmo. Então porque elas não casam? Repito, algumas pessoas simplesmente não casam, então o que fazer da vida quando se depara com esta situação?!
Na verdade este pensamento tem um pouco de cobrança social...a gente encontra as pessoas na rua e elas só sabem falar 2 coisas: “E aí você já casou?” ou “menina você ainda não casou por que?”. Perguntam isso como se casar fosse algo que a gente vai na loja e compra, como se a gente pudesse encomendar um casamento perfeitinho e buscar no fim do mês, dividindo o pagamento em 3 X sem juros. Mais raro do que ganhar na mega-sena é encontrar alguém que não casou mesmo encontrando o homem da sua vida, affffffff, tu conhece alguém nesta condição? E quanto a primeira pergunta, sempre digo que qualquer dia passo a responder assim: “não casei porque seu marido meu amante ainda não te largou para casar comigo, ou algo do tipo, casar para ter uma vida como a tua, prefiro mil vezes continuar solteira”. Eu classifico perguntas bobas, claro que estou falando como alguém que ainda não casou.
Gente casar não é sinônimo de felicidade se não não teria tanta separação. Para falar a verdade nem podemos medir pela separação, porque se não tá feliz separa e casa de novo, mas e as pessoas que casam mal e continuam casadas, vivem infelizes numa relação de status só pra dizer que tem um marido.
Tem mulheres que acham que é TOP ter um marido, ficam o tempo todo no salão de beleza “meu esposo isso, meu esposo aquilo” e quanto chegam em casa tá o morto de preguiça deitado no sofá. Alias, aqui tenho que abrir um parênteses porque este marido top pode ser aquele que põe chifre na cara de pau e ainda dão em cima das amigas das mulheres, outra hora o bonitão não gosta de trabalhar, e por aí vai os tipos de marido que tem por ai fazendo muita mulher sofrer. Esse é o grupo que casou e enterrou a felicidade, e só se redescobrirão como pessoa quando largar a idéia de que ter marido é ter vida.
Claro, que tem os bem casados, os que são felizes, com uma família linda, e ajudam a provar que todos vêem ao mundo para casar, mas que quando a alma gêmea não aparece é melhor ficar solteiro. Para não arriscar o quanto é bom ficar solteiro. Ser solteiro também é muito bom, aliás é a melhor coisa do mundo quando não se tem um bom casamento.
As solteiras tem aquela argumentação: sou solteira sim e ...”saiu e chego a hora que quero, vou para onde quero, com quero, faço o que quero e não preciso dar satisfação para ninguém”isto se resume numa felicidade assim: “beijo e ...com quem quero, viajo ao exterior ou pelo Brasil nas minhas férias com as amigas e vamos a todos os shows, bebo pelas madrugadas a dentro, me dou o prazer de ficar em casa sozinha sem ninguém me perturbar quando por isto decidir, ninguém deixa a toalha molhada em cima da minha cama, não preciso abaixar a tampa do vaso com pingos de xixi...”.
As duas condições têm seus pró e contras, e o que devemos ter em mente é a vontade de ser feliz, independente do que aconteça ou do status que ocupamos devemos procurar o que a vida tem de melhor. Porque é a falta disso que torna casamentos infelizes e solteironas “mal amadas” em pessoas amargas e doentes.
Não casar não torna a história do “eram uma vez” em “e foi infeliz para sempre”. Se não casar a vida oferece muitas coisas boas, e o único trabalho é achar o que dá satisfação: estudo, viagem, cultura, “pegar todos (é isso ai, esta é a opção de alguns), ler, escrever, se vestir na moda, praticar esportes”...Olhem ao redor e procurem uma “solteirona” façam uma análise dela, se ela estiver sempre de mal humor é porque ainda não descobriu uma válvula de escape. Uma forma de gastar energia e de conquistar coisas novas, desafios, algo que lhe dê felicidade. Os desafios são mega importante na vida de qualquer um, casado ou solteiro, porque mantém a sensação de vida em alerta.
Se você não casou não perca a esperança, mas enquanto não chega o grande dia, escolhe algo para fazer, esqueça o estereotipo de solteirona, isto é bobeira, somos muito mais que isto, somos aventureiras...Solteiras sim...infelizes jamais.